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Jornalista Larissa Pereira recebe Medalha Cidade de João Pessoa

Jornalista Larissa Pereira recebe Medalha Cidade de João Pessoa

A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) concedeu à jornalista Larissa Natália da Cunha Pereira dos Anjos a Medalha Cidade de João Pessoa, honraria de maior prestígio do Legislativo, na tarde desta terça-feira (12). A sessão solene e outorga da comenda foram propostas pelo vereador Bruno Farias (Cidadania), que secretariou os trabalhos, acompanhado do vereador Carlão (DC) e do presidente da Casa, João Corujinha (DC), responsável por comandar a cerimônia.

“Não existe amor sem verdade”, lembrou Bruno Farias, a frase do Papa João XXIII, fazendo alusão ao compromisso da homenageada com o jornalismo, além de dar destaque aos anos de estudos de Larissa Pereira no colégio que levou o nome do pontífice. O parlamentar ainda citou o episódio em que, aos 5 anos, a jornalista, em frente à televisão de casa, falou para a sua mãe que quando crescesse sentaria na cadeira ocupada por Cid Moreira, à época, apresentador do Jornal Nacional.

“Aquela garotinha falou de forma tão verdadeira e pura, que não exitou até a realização daquele sonho de criança, como aconteceu nesta sexta-feira (8) e sábado (9), no telejornal de maior audiência e credibilidade do país. A conquista dos sonhos nunca é fácil, exigindo esforço, disciplina, obstinação e fé. Foi na simplicidade de saber esperar, cultivando a paciência, que Larissa Pereira construiu, com leveza e simplicidade, sua trajetória profissional e de vida”, observou Bruno Farias, recordando a relação da homenageada com o bairro do Cristo e a Paróquia Mãe Redentor.

O vereador evidenciou que a Paraíba e o Brasil reconheceram e aplaudiram, juntos, o talento de Larissa Pereira no JN. “Larissa não perdeu, em nenhum momento, sua paraibanidade. Deu um ‘orgulho danado’ ver seu sotaque sem chiados, com a pronúncia característica do nosso ‘T’ e ‘D’. Ela ‘matou a pau’, foi ‘arretada’ e ‘porreta’. Que de besta, ninguém se meta, em não aturar o seu ‘oxente’, pois além de ser competente, foi genuína, com a beleza de menina e fibra de grande mulher. Com sua vocação e fé, um orgulho que nos povoa; um orgulho que espalha, que nos faz lhe dar a medalha da cidade de João Pessoa”, improvisou Bruno Farias, alguns versos.

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Bárbara Paz confirma participação no 14° Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, em João Pessoa

Bárbara Paz confirma participação no 14° Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, em João Pessoa

O documentário “Babenco – alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou”, filme de estreia da atriz Bárbara Paz (@barbararaquelpaz) por trás das câmeras, será o abre-alas do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, que acontece entre os dias 28 deste mês e 4 de dezembro, no Cinépolis Manaíra Shopping, em João Pessoa. Recém-premiada no Festival Internacional de Cinema de Veneza por esse documentário, Bárbara estará na abertura do evento.

Com esse filme, Barbára Paz venceu o Bisato D’Oro, prêmio da crítica independente da 76ª edição do festival veneziano, e também o prêmio de melhor documentário sobre cinema na mostra Venice Classics. Ele narra os últimos dias de vida do cineasta Hector Babenco, de quem ela ficou viúva em 2016. É um documentário que traz cenas de hospitais, trechos de filmes, imagens caseiras, memórias, reflexões e depoimentos – tudo filmado e gravado com a anuência do cineasta, em épocas distintas dos seus últimos três anos de vida. 

O documentário, segundo Bárbara, é uma ode a Babenco e a sua obra. Traça um paralelo entre a arte e o câncer que o vitimou (ou seja, é sobre a vida e a morte do cineasta), em preto e branco, com produção da própria Bárbara, de Myra Babenco e dos irmãos Caio e Fabiano Gullane. O diretor, que nasceu na Argentina e se naturalizou brasileiro, morreu aos 70 anos. Seus filmes mais famosos incluem “Lúcio Flávio, passageiro da agonia” (1977), “Pixote: A lei do mais fraco” (1982), “O beijo da Mulher Aranha” (1985) e “Carandiru” (2003).

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Drag Queen brasileira é homenageada em Londres em exposição de artes

Drag Queen brasileira é homenageada em Londres em exposição de artes

A exposição ‘Cultural Diaries’ apresenta a última série de retratos abstratos da artista brasileira Milenna Saraiva, as paisagens utópicas do britânico Tom Cox, as pinturas abstratas, feitas com o próprio corpo, do canadense KV Duong e as pinturas pirográficas da Australiana Michelle LKC.

Milenna, já conhecida por seus expressivos retratos coloridos, traz para Londres a série entitulada “Empaths” (Empatas), onde os retratados homenageados são ativistas de todas as partes do mundo. Entre os nomes escolhidos pela artista encontramos artistas, militantes, politicos e lideres religiosos, mas todos com uma caracteristica em comum: o amor ao próximo e a luta por direitos a minoria.

Dentre os nomes destaque para: Marielle Franco (socióloga, politica, feminista e defensora dos direitos humanos, assassinada em 14 de março de 2018 no Rio de Janeiro), Madonna (cantora, compositora, dançarina, atriz, empresária e produtora musical norte-americana, uma das principais ativistas LGBTI do mundo), Tchaka Drag Queen (personagem feita pelo ator Valder Bastos no Brasil é uma das principais ativistas em prol da comunidade LGBTI, reconhecida e premiada como a Rainha das Festas, por mais de 5000 mil eventos realizados). “Escolhi a Tchaka pela representatividade junto ao público LGBTI no Brasil, incansável diariamente esta lutando por todos de forma igualitária e humana. Pessoas assim, merecem homenagens em vida”, explica Milenna. 

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