Marlene Almeida brilha na 36ª Bienal de São Paulo!

A arte paraibana brilha na 36ª Bienal de São Paulo! A artista Marlene Almeida, nascida em Bananeiras e reconhecida por sua pesquisa com pigmentos e resinas naturais, leva ao Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera, a instalação “Terra Viva (2025)”, síntese de mais de meio século de estudos e criação.
Com uma trajetória de mais de 50 anos, Marlene construiu um acervo único que deu origem ao Museu das Terras Brasileiras, mantido em seu ateliê. Amostras de solos, minerais e rochas recolhidos em diversas regiões do país se transformam em arte que une ciência, filosofia e poesia, convidando à reflexão sobre os ciclos da natureza e os vestígios do tempo.
Na Bienal, sua obra está dividida em duas vertentes complementares: de um lado, a dimensão técnica, com exibição de resinas vegetais, minerais, cadernos de campo e equipamentos laboratoriais; do outro, a potência poética, que traduz em forma e cor a força telúrica da terra.
E quem prestigiou a exposição da artista paraibana foi a querida apresentadora Sandra Annenberg, ao lado do renomado jornalista Ernesto Paglia, que se encantaram com a força e a sensibilidade da obra.
Um momento marcante para a cultura paraibana e brasileira